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Bala Perdida da Segurança Pública

A “moderação” em São Paulo tem um custo sangrento. Sob a gestão de Tarcísio de Freitas, um estudo chocante da Unicef e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revela um aumento alarmante de 120% nas vítimas da Polícia Militar entre jovens de 10 a 19 anos. Paralelamente, a letalidade também atinge os próprios PMs, com um aumento de 133% nas mortes em serviço, segundo o mesmo levantamento. Uma dança macabra onde vidas são ceifadas enquanto a velha guarda bolsonarista simula disparos.

Este não é um acidente de percurso, mas a falência de um modelo de segurança fracassado. A preocupação com a segurança atinge 29% dos brasileiros, de acordo com a pesquisa Quaest. No entanto, a retórica linha dura continua a render votos. As eleições recentes elegeram 856 candidatos com histórico policial ou militar, conforme dados do Instituto Sou da Paz. O vice-governador Derrite, outrora expulso da Rota por excesso de letalidade, ambiciona agora o Senado em 2026, trocando o PL pelo PP. Se um astronauta já ascendeu ao poder em São Paulo, o céu parece ser o limite para Derrite.

Mas a esquerda oferece uma alternativa genuinamente diferente? A Bahia, sob o comando do petista Jerônimo Rodrigues, ostenta números assustadores de letalidade policial. Foi a polícia que mais matou em 2024 (1557 mortes, contra 814 em SP) e a segunda mais letal proporcionalmente. O prefeito de Maricá, Quaquá (PT), recentemente anunciou medidas de segurança que parecem saídas diretamente do manual bolsonarista: Guarda Civil armada, caveirão e vigilância por câmeras. Sua promessa? “Bandido vai para a vala”. Será essa a proposta da esquerda? Uma contradição gritante, que merece uma análise mais profunda do documento elaborado no ano passado pela Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT.

Fake News no Boteco:

Em um bar, a desinformação escorre como cerveja barata. Um sujeito afirmava, com a certeza de um bêbado, que Eduardo Bolsonaro estava envolvido em um esquema de corrupção de R$ 600 milhões na Lei Rouanet. A fonte? As “redes sociais”. Um festival de absurdos que desafia qualquer inteligência artificial. A desinformação da esquerda ainda patina longe da sofisticação dos golpes perpetrados pela direita.

Já assistiu ao Planeta dos Abutres?

Para os fãs de ficção científica, a animação na Max é uma pedida. A trama é clichê: humanos lutando para sobreviver em um planeta hostil. Mas o que realmente impressiona é a intrincada interconexão entre a flora e a fauna alienígena, um espetáculo visual fascinante.

Zica de Argentino é um Perigo:

Desde que Franco Colapinto se tornou piloto reserva da Alpine, a imprensa argentina se dedica a torcer pelo fracasso do titular, o australiano Jack Doohan. Especulações diárias, críticas constantes e declarações inflamadas do próprio Colapinto criam um clima tóxico. No GP do Japão, Doohan sofreu um grave acidente nos treinos. Para decepção dos hermanos, Colapinto não estava presente e sequer poderia substituí-lo. Em três corridas, seu melhor resultado foi um modesto décimo terceiro lugar. A imprensa brasileira, em comparação, tem se mostrado mais comedida com Bortoletto, evitando o ufanismo exacerbado diante dos resultados modestos da Sauber.

Frase esperando o metrô:

Eu sou ateu, mas gosto da ideia de sermos todos iguais perante Deus.

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