“O grito que embalou minha infância ecoava: ‘Aqui, a paixão não se mede em troféus, é Galo até morrer!’. Naquela fase ingrata da adolescência, confesso, a semente da descrença tentou brotar. Será que era amor verdadeiro ou apenas um acalanto para a ausência de taças? A resposta, acreditem, só o tempo e a glória poderiam me dar. E ela veio, exuberante, banhando de preto e branco a minha fé. A dúvida, outrora persistente, hoje jaz sepultada sob o peso de nossas conquistas.”
