A Laser Fast, outrora sinônimo de modernidade e beleza no universo da depilação a laser, viu seu conto de fadas ruir sob o peso de milhares de denúncias. A Justiça, atenta à avalanche de queixas, determinou o fechamento da clínica, outrora badalada por celebridades como Camila Queiroz e Klebber Toledo.
O que era para ser sinônimo de pele lisa e autoestima elevada transformou-se em pesadelo para mais de 37 mil clientes. Promessas de resultados duradouros viraram faturas intermináveis e sessões inacessíveis. A empresa, que ostentava mais de 850 mil seguidores nas redes sociais, viu sua reputação desmoronar diante da impossibilidade de silenciar a insatisfação generalizada. Comentários foram bloqueados, mas a verdade ecoou mais forte.
O Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) agiu, formalizando uma Ação Civil Pública que expõe a fragilidade do castelo construído pela Laser Fast. Clientes relatam unidades fechadas repentinamente, cobranças indevidas e a frustrante saga para reaver o dinheiro investido.
Enquanto a empresa continuava a promover pacotes como se nada estivesse acontecendo, o MPDF soou o alarme, alertando para o iminente prejuízo irreparável aos consumidores. A resposta veio em forma de pedido de bloqueio de R$ 28,2 milhões em bens dos réus e a exigência da suspensão imediata do site e perfil no Instagram. A decisão judicial obriga a Laser Fast a comunicar publicamente o encerramento de suas atividades e proíbe novas cobranças, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.
Até o momento, a Laser Fast permanece em silêncio, mantendo seu perfil online ativo, ignorando a tempestade que se abateu sobre a empresa. O portal LeoDias tentou contato, mas não obteve resposta. O espaço permanece aberto, na esperança de que a empresa se manifeste e ofereça explicações aos milhares de clientes lesados. A promessa de uma pele perfeita, infelizmente, se tornou mais uma história de decepção e descaso no mercado de beleza.
