A nova versão de “Vale Tudo” acaba de estrear na Globo, reacendendo o debate sobre a duração ideal das novelas. A trama original, exibida em 1988, marcou época com seus 204 capítulos e quase oito meses no ar. A expectativa é que a nova versão se aproxime dos 170 capítulos, ajustando-se às necessidades da produção.
Essa longevidade, no entanto, levanta questões importantes sobre o futuro das telenovelas. Em um passado não tão distante, produções como “Chiquititas”, “Redenção” e “Os Imigrantes” ultrapassaram a marca dos 300 capítulos, refletindo as condições de produção da época e a importância da TV como principal fonte de entretenimento. Acreditava-se que esticar as novelas diluía os custos de cenários e figurinos.
O cenário mudou drasticamente com a ascensão das séries, quebrando tabus e redefinindo a forma de contar histórias. As novelas precisam se adaptar a essa nova realidade, eliminando “barrigas” e adotando narrativas mais ágeis e dinâmicas. A insistência em fórmulas antigas pode ser prejudicial. Para a Globo, “Vale Tudo” parece ser um verdadeiro campo de testes.
Enquanto isso, nos bastidores da Globo, jovens atrizes transexuais estão sendo testadas para um papel importante em “Três Graças”, a próxima novela das 21h, escrita por Aguinaldo Silva. Sophie Charlotte renovou seu contrato por longo prazo e também é cotada para integrar o elenco.
No “Vídeo Show – Especial 60 Anos”, Alinne Prado relembra sua trajetória como a única apresentadora negra à frente do programa, ao lado de nomes como William Bonner, Fátima Bernardes, Maju Coutinho e Cesar Tralli. Preta Gil também emocionou no “Domingão” com sua força e positividade.
No SBT, a montagem do “The Voice”, sob a batuta de Boninho, gera grande expectativa em relação aos jurados. Michel Teló é um dos nomes mais cotados.
Enquanto isso, a Record dá uma pausa nas gravações do “Acerte ou Caia!”, e Tom Cavalcante entra de férias após um período intenso de trabalho, retornando em maio.
Na HBO Max, a produtora Floresta finaliza “Dona Beja”, com Grazi Massafera no papel principal. O sucesso de “Beleza Fatal” aumenta a pressão sobre a produção, que enfrentou diversos contratempos nos bastidores. Murilo Rosa, que atuou em “Beleza Fatal”, participa do nosso programa nesta terça para uma conversa sobre sua carreira.
Nos corredores da Globo, especula-se que Walcyr Carrasco pode ser o autor da novela que substituirá “Três Graças”, caso a emissora decida adiar a produção de Gloria Perez. Ele já teria uma sinopse aprovada.
Por fim, no mundo esportivo, a Série B já tem destino certo para suas transmissões: Rede TV! na TV aberta; ESPN e Turner na TV paga; e Amazon e Cazé no streaming. Há quem aposte também em Os Desimpedidos.
