Eduardo Saverin, o brasileiro que co-criou o Facebook e hoje ostenta um patrimônio estimado em R$ 173 bilhões (segundo a Forbes, em 2025), personifica um poder aquisitivo que desafia a imaginação. Para ilustrar essa colossal riqueza, pensemos no mercado imobiliário de luxo de Belo Horizonte.
A casa mais cara à venda na capital mineira, um palacete de R$ 18,5 milhões no cobiçado bairro Cidade Jardim, oferece quase 800 metros quadrados de puro requinte: sete quartos, duas piscinas aquecidas (interna e externa), elevador privativo, um mural artístico imponente, SPA e garagem para oito carros. Um verdadeiro oásis urbano.
Com sua fortuna, Saverin poderia adquirir 9.351 dessas propriedades. Imagine um bairro inteiro, construído sob medida, replicando esse padrão de opulência. Ou, se preferir, poderia simplesmente comprar todos os imóveis mais caros da cidade e ainda ter bilhões de sobra para investir.
A trajetória de Saverin, de Harvard ao topo do mundo, é uma ode ao empreendedorismo. Nascido em São Paulo, mudou-se para os Estados Unidos ainda na infância e formou-se em Economia pela renomada universidade. Lá, uniu forças com Mark Zuckerberg, investindo US$ 1 mil no embrião do que viria a ser o Facebook. A história que se seguiu é conhecida: sucesso, disputas judiciais e uma fortuna incalculável.
Após se afastar do Facebook e vender parte de suas ações, Saverin fixou residência em Singapura, onde fundou a B Capital Group, uma empresa de investimentos focada em startups, que atualmente administra mais de US$ 7 bilhões.
No último ano, sua riqueza aumentou impressionantes 23%, saltando de US$ 28 bilhões para US$ 34,5 bilhões. Esse crescimento o impulsionou nove posições no ranking da Forbes, superando nomes como Jorge Paulo Lemann.
O pódio dos bilionários globais é ocupado por Elon Musk, Mark Zuckerberg e Jeff Bezos. Saverin figura na 51ª posição, sendo o único brasileiro a figurar entre os 60 mais ricos do planeta. Um feito notável que sublinha a magnitude de sua fortuna.
