Contrariando a imagem de atleta obcecado por academias que suas redes sociais podem sugerir, Hulk revela a verdadeira fonte de sua força: a infância e a labuta na feira. Em entrevista ao Charla Podcast, o ídolo do Atlético Mineiro abriu o coração sobre como ganhou o apelido que o consagrou e como construiu o físico que o diferencia.
Aos três anos, a energia inesgotável e a mania de levantar objetos pesados renderam a Givanildo o apelido de “Hulk”, dado pelo pai, Gilvan. A alcunha, abraçada com entusiasmo pelo garoto, quase causou um rebuliço familiar. A avó, preocupada com a associação a um “bicho feio e grande”, tentou dissuadir a mãe do jogador. Felizmente, a teimosia do pequeno prevaleceu, e o nome “Hulk” o acompanha até hoje.
Longe das máquinas e halteres, a verdadeira “academia” de Hulk foi o trabalho árduo na feira com seus pais. “Nunca gostei de fazer academia, de pegar peso,” confessa o atacante. A rotina de carregar pesadas peças de carne para o corte fortaleceu o corpo e moldou o atleta que se tornaria um dos maiores ídolos da história do Galo.
Após uma breve passagem pelo Vitória, Hulk trilhou um caminho de sucesso no futebol internacional, brilhando no Japão, Portugal, Rússia e China. Em 2021, retornou ao Brasil para vestir a camisa do Atlético, onde conquistou títulos importantes e se consagrou com 122 gols, 45 assistências e 8 troféus, consolidando seu nome na memória da torcida alvinegra. A força, que nasceu na feira e se desenvolveu nos campos, o transformou em um verdadeiro gigante do futebol.
