Cinco anos se passaram e o Atlético volta a sentir o aroma da Copa Sul-Americana. A estreia, nesta terça-feira (1º de abril) contra o Cienciano, no Peru, traz à tona memórias da campanha de 2020, interrompida precocemente. Mas, afinal, quem são os remanescentes daquele Galo que, sob o comando de Rafael Dudamel, acalentava sonhos de título?
Naquela edição, o Atlético cruzou o caminho do Unión de Santa Fe, da Argentina. Longe dos holofotes dos grandes clubes do país, o time argentino impôs uma dura realidade ao Galo. No jogo de ida, em Santa Fe, um sonoro 3 a 0 calou as expectativas atleticanas, com gols de Walter Bou, Javier Cabrera e Carabajal.
Naquela noite, Igor Rabello e Guilherme Arana observaram o início da partida do banco. Rabello sequer foi utilizado, enquanto Arana entrou em campo aos 34 minutos do segundo tempo, substituindo Fábio Santos. Victor, o lendário goleiro que hoje ocupa cargo na diretoria, também acompanhou o jogo do banco de reservas, já que Dudamel optou por Michael como titular.
A partida de volta, no Independência, exigia um milagre. Dudamel promoveu mudanças, escalando Rabello e Arana como titulares. A torcida chegou a vislumbrar a improvável virada: um primeiro tempo avassalador, com gols de Otero e Hyoran (de pênalti), colocou o placar em 2 a 0. No entanto, o ímpeto parou por aí, e a eliminação se concretizou.
Para o duelo contra o Cienciano, Arana figura entre os titulares. Igor Rabello, por sua vez, aguarda uma oportunidade no banco de reservas, carregando consigo as lembranças daquela campanha de 2020 e a esperança de um futuro mais glorioso nesta nova jornada sul-americana.
