Em solo peruano, a delegação do Atlético Mineiro foi imersa na rica cultura local antes de seu confronto com o Cienciano pela Copa Sul-Americana. Uma calorosa recepção em Cusco, marcada por um presente simbólico, demonstrou a hospitalidade peruana e a conexão entre o futebol e a herança ancestral.
Após utilizar as instalações do Cusco Fútbol para os treinos, o clube mineiro recebeu uma homenagem especial da diretoria local. Uma placa comemorativa, adornada com os escudos de ambas as equipes e uma figura representativa da cultura inca, foi entregue a Victor Baggy e outros membros da delegação atleticana. A inscrição na placa expressava a gratidão do Cusco Fútbol Club pela visita do Atlético Mineiro ao seu complexo.
O Cusco Fútbol Club, clube relativamente novo no cenário peruano, ostenta em sua história o título da Copa Peru de 2011, que lhe abriu as portas para a elite do futebol nacional. Em 2012, alcançou o vice-campeonato nacional, garantindo vaga na Libertadores de 2013. Naquele ano, enquanto o Atlético Mineiro conquistava a América, o Cusco chegava às quartas de final da competição continental.
Atualmente, sob o comando do técnico argentino Miguel Rondelli, o Cusco busca se firmar no Campeonato Peruano. A partida contra o Atlético Mineiro, no entanto, transcende a mera competição esportiva, representando um encontro entre culturas e a celebração do futebol como um elo entre nações.
