A reportagem do “Fantástico”, conduzida por Estevan Muniz, não foi apenas um alerta, mas um grito de socorro. Ela escancarou as portas de um submundo digital onde crianças e adolescentes são diariamente bombardeados por crueldades inimagináveis. A pergunta ecoa: o que seus filhos encontram quando navegam na internet?
Das profundezas da pornografia infantil aos dogmas de ódio neonazistas, passando pela exploração pedófila e estímulos à automutilação, a reportagem revelou um mar de conteúdo perturbador, navegável sem qualquer controle. Uma avalanche de violência que espreita a porta de cada lar.
A inércia é alarmante. As tentativas de regulamentação, antes debatidas no Congresso, jazem esquecidas. Onde estão agora aqueles que se levantaram contra a programação infantil na TV, proclamando-se defensores da inocência? Onde está essa mesma veemência para combater as ameaças virtuais que roubam a infância e colocam vidas em risco?
Em vez de propagandas de brinquedos, o mundo permitiu que a violência virtual sequestrasse a imaginação e o futuro de nossas crianças. O trabalho de Muniz, lapidado sob a tutela de Caco Barcellos no “Profissão Repórter”, demonstra a maturidade de um jornalista que não se furta a temas delicados e urgentes.
[O conteúdo continua com os mesmos parágrafos do original sobre futebol, novelas, programas de TV e etc, apenas com leves ajustes de linguagem para manter a coerência e o tom autoral.]
No universo do futebol, enquanto alguns jornalistas vestem a camisa dos clubes, outros atuam como seus advogados de defesa, sem disfarces. Um triste reflexo de um jornalismo que já prezou pela imparcialidade.
Enquanto “Vale Tudo” engatinha, Luiz Henrique Rios, diretor da Globo, define as locações de “Três Graças” em São Paulo. Uma favela será recriada nos Estúdios Globo. A produção acelera a partir do dia 30, com gravações em junho. Aguinaldo Silva já escreveu 31 dos 197 capítulos, com Dira Paes confirmada no elenco. Há rumores de que Eduardo Moscovis será convidado para um papel importante.
Na “Sessão da Tarde” do dia 28, “Coisa de Novela” celebra os 60 anos da Globo, apresentando a atriz mirim Alice Monteiro. A trama acompanha Laura (Valentina Herszage) e sua avó Tereza (Susana Vieira), unidas pela paixão por novelas. Diante de um diagnóstico difícil, Tereza conta com a neta para realizar o sonho de participar de uma produção televisiva.
A Record celebra o sucesso do “Domingo Espetacular” em março, alcançando a maior audiência desde 2021 em São Paulo e o segundo lugar isolado no PNT.
O “Galvão e Amigos” na Band, apesar de contar com Galvão Bueno e bons convidados, sofre com a concorrência da programação religiosa.
A Band se destaca como uma das emissoras que mais produzem conteúdo e transmitem programas ao vivo. O desafio é analisar e solucionar os obstáculos que impedem resultados mais expressivos.
Em “Vale Tudo”, Ingrid Conte interpreta a modelo Isabela, que fotografa com Olavo (Ricardo Teodoro) no capítulo 27.
A Globo já planeja os próximos passos para a faixa das 21h, após a saída de Gloria Perez. A fila inclui Manuela Dias, Aguinaldo Silva e Walcyr Carrasco, com Bruno Luperi e Thelma Guedes cotados para o futuro.
Leonardo Miranda dirigirá “Ben-Hur”, a nova minissérie da Record-Seriella, um grande investimento para 2026.
