Manoel de Brito Filho, o Obina, nasceu em Vera Cruz, na Bahia, e ficou conhecido no futebol nacional por sua passagem marcante pelo Flamengo. Artilheiro nato, o atacante encantou torcedores pela entrega em campo, pelos gols decisivos e pela inesquecível frase entoada pelas arquibancadas: “Obina é melhor que Eto’o”. Com um estilo de jogo aguerrido, carismático e sempre dedicado, tornou-se um dos xodós da Gávea entre 2005 e 2010. O Lance! te conta por onde anda Obina.
A carreira de Obina
Obina começou sua carreira no Vitória, onde se destacou em 2004 ao ser artilheiro do Campeonato Baiano. Ainda jovem, passou por empréstimos ao CRB e ao Fluminense de Feira. Seu desempenho atraiu o interesse do Flamengo, que o contratou em 2005. No Rubro-Negro carioca, viveu momentos memoráveis, incluindo o gol que salvou o clube do rebaixamento em 2005 e o título da Copa do Brasil de 2006.
No Flamengo, também conquistou três Campeonatos Cariocas consecutivos (2007, 2008 e 2009), sendo protagonista em várias decisões. Apesar de lesões e altos e baixos, manteve-se querido pela torcida. Em 2009, foi emprestado ao Palmeiras, onde teve bons momentos, como o hat-trick contra o Corinthians, mas também protagonizou uma briga em campo com o companheiro Maurício, que precipitou sua saída do clube.
Depois de uma breve volta ao Flamengo, Obina se transferiu para o Atlético-MG, onde teve uma das melhores fases da carreira, com 27 gols em 39 jogos e direito a três gols sobre o Cruzeiro em um clássico memorável. Em 2011, seguiu para o futebol chinês, defendendo o Shandong Luneng, e retornou ao Brasil em 2012, novamente ao Palmeiras.
A reta final da carreira foi marcada por passagens por Bahia, América-MG e Matsumoto Yamaga, do Japão. Encerrou a carreira oficialmente em 2018, aos 35 anos, após conviver com seguidas lesões.
Por onde anda Obina?
Desde a aposentadoria, Obina passou a viver de forma mais reservada. Apesar de manter contato com ex-companheiros e participar de eventos esporádicos relacionados ao Flamengo, não buscou carreira como técnico ou comentarista. Em entrevistas, revelou o desejo de continuar ligado ao futebol, mas priorizou a família e a tranquilidade após uma carreira intensa.
Em 2018, chegou a participar de eventos do clube carioca e de jogos festivos com outros ex-jogadores. Obina também concedeu entrevistas nostálgicas relembrando seus momentos marcantes no Flamengo e reiterando a importância da torcida na sua trajetória.
Apesar de não ter seguido uma carreira midiática após os gramados, seu nome ainda é lembrado com carinho por torcedores do Flamengo, Palmeiras e Atlético-MG. Obina segue sendo um exemplo de superação e carisma no futebol brasileiro.
Clubes em que jogou
Vitória (2002–2004)
CRB (2003, por empréstimo)
Fluminense de Feira (2003, por empréstimo)
Al-Ittihad (2004–2005)
Flamengo (2005–2010)
Palmeiras (2009, por empréstimo)
Atlético Mineiro (2010)
Shandong Luneng (2011–2013)
Palmeiras (2012, por empréstimo)
Bahia (2013, por empréstimo)
América Mineiro (2014)
Matsumoto Yamaga (2015–2017)
Manoel de Brito Filho, o Obina, nasceu em Vera Cruz, na Bahia, e ficou conhecido no futebol nacional por sua passagem marcante pelo Flamengo. Artilheiro nato, o atacante encantou torcedores pela entrega em campo, pelos gols decisivos e pela inesquecível frase entoada pelas arquibancadas: “Obina é melhor que Eto’o”. Com um estilo de jogo aguerrido, carismático e sempre dedicado, tornou-se um dos xodós da Gávea entre 2005 e 2010. O Lance! te conta por onde anda Obina.
Obina começou sua carreira no Vitória, onde se destacou em 2004 ao ser artilheiro do Campeonato Baiano. Ainda jovem, passou por empréstimos ao CRB e ao Fluminense de Feira. Seu desempenho atraiu o interesse do Flamengo, que o contratou em 2005. No Rubro-Negro carioca, viveu momentos memoráveis, incluindo o gol que salvou o clube do rebaixamento em 2005 e o título da Copa do Brasil de 2006.
No Flamengo, também conquistou três Campeonatos Cariocas consecutivos (2007, 2008 e 2009), sendo protagonista em várias decisões. Apesar de lesões e altos e baixos, manteve-se querido pela torcida. Em 2009, foi emprestado ao Palmeiras, onde teve bons momentos, como o hat-trick contra o Corinthians, mas também protagonizou uma briga em campo com o companheiro Maurício, que precipitou sua saída do clube.
Depois de uma breve volta ao Flamengo, Obina se transferiu para o Atlético-MG, onde teve uma das melhores fases da carreira, com 27 gols em 39 jogos e direito a três gols sobre o Cruzeiro em um clássico memorável. Em 2011, seguiu para o futebol chinês, defendendo o Shandong Luneng, e retornou ao Brasil em 2012, novamente ao Palmeiras.
A reta final da carreira foi marcada por passagens por Bahia, América-MG e Matsumoto Yamaga, do Japão. Encerrou a carreira oficialmente em 2018, aos 35 anos, após conviver com seguidas lesões.
Desde a aposentadoria, Obina passou a viver de forma mais reservada. Apesar de manter contato com ex-companheiros e participar de eventos esporádicos relacionados ao Flamengo, não buscou carreira como técnico ou comentarista. Em entrevistas, revelou o desejo de continuar ligado ao futebol, mas priorizou a família e a tranquilidade após uma carreira intensa.
Em 2018, chegou a participar de eventos do clube carioca e de jogos festivos com outros ex-jogadores. Obina também concedeu entrevistas nostálgicas relembrando seus momentos marcantes no Flamengo e reiterando a importância da torcida na sua trajetória.
Apesar de não ter seguido uma carreira midiática após os gramados, seu nome ainda é lembrado com carinho por torcedores do Flamengo, Palmeiras e Atlético-MG. Obina segue sendo um exemplo de superação e carisma no futebol brasileiro.
